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Joana Reichert
Por Joana Reichert
Formação: Jornalista especializada em Comunicação e Marketing
Aplicativos Móveis / E-commerce 08:36 - 20 de Julho de 2017

Supermercados delivery – Por que o seu supermercado ainda não está on-line?

Você pode até se questionar: meu supermercado sempre se manteve com as vendas na loja física, porque então agora investir na venda pela internet?

Essa pode ser uma dúvida, e um questionamento comum de muitos supermercadistas que há anos, tradicionalmente, estão acostumados a ver seu cliente efetuando suas compras, passando nos caixas e saindo com as sacolas nas mãos.

Essa pergunta pode ser respondida, apenas questionando algumas pessoas de forma aleatória, sobre quantas vezes já efetuaram compras pela internet. Certamente muitas dessas pessoas vão responder que trocaram a compra de muitos produtos de lojas físicas por lojas virtuais. Tudo em função da economia de tempo e dinheiro, aliado a praticidade, e muitas vezes, da agilidade em encontrar exatamente aquilo que o consumidor precisa.

No caso dos supermercados, essa tendência de compra não é diferente. Os supermercados on-line já são uma tendência cada vez mais forte em muitos países e estão conquistando aos poucos o seu espaço no Brasil.

A pesquisa da Associação Brasileira dos Supermercados (ABRAS) em conjunto com a ACNielsen (2015/2016) aponta que apenas 1% dos 18.500 supermercados já começaram a trabalhar a presença virtual e oferecem opções de compra pela internet. E apenas 6% dos 500 maiores supermercados atuam no varejo virtual.

O número ainda é relativamente baixo, mas nos faz entender que as grandes redes estão repensando a sua forma consolidada de trabalhar em função das transformações comportamentais do consumidor. Acompanhar o comportamento do consumidor, e evoluir junto com ele, através de novas estratégias, é fundamental para se manter no mercado, e com bons índices de crescimento.

O consumidor está habituado a utilizar o meio digital para realizar diversas tarefas diárias e obter tudo que deseja muitas vezes sem precisar sair de casa ou de outro ambiente onde esteja, e o supermercado deve acompanhar esta tendência, se aproximar ainda mais do público alvo e melhorar a sua perspectiva de crescimento.

Nas redes que já atuam com esse modelo de negócio é possível notar resultados expressivos. A pesquisa realizada pela consultoria A.T. Kearney aponta que mais de 30% dos consumidores já fizeram alguma compra de mercado on-line nos últimos 12 meses. Esse número representa um crescimento considerável em relação aos estudos anteriores, esperando um aumento de Market Share de 15 a 18% até 2023. Segundo a pesquisa, os serviços de e-commerce para supermercados representam uma das maiores oportunidades de crescimento para supermercadistas, apontando um crescimento de 5 a 6 vezes mais que os demais canais de venda.

Sobre faturamento, a pesquisa aponta que o setor supermercadista faturou em 2014 R$ 294,9 bilhões (fonte ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados). Ou seja, até 2023, esse mercado apresenta potencial de crescimento de aproximadamente R$ 48 bilhões apenas com o e-commerce.

Em pouco tempo estar ou não na internet não será mais uma opção, e sim uma necessidade para atender a demanda dos consumidores e se manter no mercado. Então, o quanto antes o supermercado se preocupar com isso, melhores serão os seus resultados.

Fontes: E-commerce Brasil

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